Confira prints e um trecho da matéria sobre Coven na EW

1441222_574478762606961_1676860772_nO destaque para a EW desta vez foi American Horror Story: Coven, que teve mais de 7 páginas dedicadas a ela nesta edição. A equipe AHSBR traduziu uma boa parte da matéria, mas atenção, há muitos spoilers a seguir.

Cortar a cabeça de uma ganhadora do Oscar é uma jogada muito corajosa. Mas American Horror Story, sempre em transformação, a coleção de histórias sempre chocante criada por Ryan Murphy e Brad Falchuck, não mostra carência em audácia. É a manhã de uma segunda-feira de Novembro no set de Nova Orleans, e as bruxas Fiona (Jessica Lange) e Cordelia (Sarrah Paulson) estão em pé frente a caixa de papelão que contem a cabeça decapitada da sadistica imortal Madame LaLaurie (Kathy Bates). Bates chora, “Ajuuude-me” enquanto Lange e Paulson, que interpretam mãe e filha, não conseguem se manter e quebram personagem morrendo de rir. “Você vai ficar aqui o dia iiinteiro”, Lange fala para a a estrela de “Misery” que – para criar os efeitos do episódio que irá ao ar dia 27 de Novembro – está deitada numa mesa com uma caixa em sua cabeça. Mas Bates não parece se importar com o espaço pequeno. (“Hey, Betsy”, ela chama a assistênte de operações). Mais tarde ela diz rindo, “Eu apenas espero que eles me cortem em vários pedaços, por que eu gostaria de continuar na série enquanto puder”.

Você não pode culpar ela por querer continuar em Coven. A série sobre bruxas se tornou uma das séries mais comentadas dessa temporada de estreias e a mais assistida da franquia do canal FX, com 7,4 milhões de espectadores. Enquanto a primeira temporada de AHS nos mostrou uma casa assombrada onde Connie Briton transou com um homem vestido só com um traje de borracha e Asylum teve Lange interpretando uma freira no comando de um hospital psiquiátrico onde visitantes incluíam Aliens e Anne Frank, Coven se baseia em estudantes e professores da Acadêmia para Excepcionais Jovens Garotas da Miss Robichaux.

A escola é um paraíso para descendentes do clã de bruxas de Salém, em que sua linhagem está designada numa batalha contra as bruxas praticantes de voodo, assim como a organização de caça bruxas chamada “Corporação”. Então, em adição a aprender a controlar seus poderes, as aprendizes tem que lidar com um garoto de faculdade meio Frankenstein, zombies e um mordomo com um fetiche por bonecas. “É como um conto de fadas dos irmãos Grimm que foi levado aos limites da nossa imaginação”, diz Bates. Mas existe uma mensagem dentro dessa loucura, explica Angela Basset, que interpreta a vingativa rainha do Voodo Marie Laveau. “Nós estamos falando sobre problemas de preconceito contra raça e idade e juventude.”

A conotação realmente se provou sedutora aos olhos do público.

Atualizaremos esta matéria, mas dependerá da disponibilidade de nossos tradutores. Enquanto isso, confira os prints da edição:

'