Ten Commandments Killer – Os melhores momentos comentados

Nós finamente descobrimos o que já sabíamos! Amigos, vocês conhecem a sensação de saber de algo mas precisar de confirmações, não é? Sabe que tirou nota baixa, sabe que a conta tá negativa, sabe que o John era o assassino. Compartilhamos do mesmo sentimento. Dessa vez nós não vamos separar personagens por tópicos porque afinal de contas só deu John. Caso você ainda não tenha lido e analisado junto com a gente o episódio dessa quinta, segue o link da review aqui.

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Amigas, quem diria o Donovan levando o John né? Mas vamos começar do começo. Foi bem assim, depois que o John viu a Wren sendo atropelada ele foi até o Hotel Cortez procurar respostas, exigindo que contassem a ele onde se encontrava o assassino. Chegando lá nossa querida Líz Finíssima estava chorando na recepção, e como ela não tava muito boa, disse pro John que a Wren mente, que não tem assassino nenhum lá, tentou enrolar. John ficou todo irritado, jogou a Liz na parede e só se acalmou depois que teve a garganta ameaçada de corte e quando a Sally com seu look final de balada apareceu. Que saudades que a gente sentiu da amorzona!

Depois de acalmar os ânimos dos dois, ouviu uns papos de que o John tava cansado de mentiras, procurava o assassino e ela se ofereceu pra levá-lo até o quarto. Claro que de início a gente logo imagina que é um truque pra mais um Make Love, mas não foi bem isso que aconteceu. Mas bem que podia rolar antes, porque depois disso foi só ladeira abaixo. Ela levou John pro Quarto 64 e ele perguntou se era uma piada, e ela disse “John, piada é correr atrás da própria sombra”. Brincadeira, ela não disse isso, mas disse quase isso depois. Porque ela explicou pra ele que ali já tinha sido o escritório do James March e que o segredo estava por trás do armário. Sally maravilhosa dizendo que as coisas ficam melhores e mais claras quando saem do armário. Muito bom, amiga, gostei! Papo vai, papo vem sobre uma mão e uns dentes horrorosos que tem por lá, ele pergunta como o assassino podia levar tudo isso até o hotel e não ser percebido, e ela diz que é porque ele tinha a chave, e que era ele mesmo, como todo mundo já suspeitava menos ele. Depois disso foi um chororô, ele não queria acreditar, se jogou no chão, Sally toda amorosa disse que era pra ele parar de se fazer de besta porque ele lembrava sim de tudo que tinha feito. Bom, era bem melhor ter aceitado o convite pra beber no bar até esquecer de tudo. Tem gente que adora, John!

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O amigo detetive do John estava no necrotério dando algumas orientações pra uma policial, e depois que ela saiu do lugar, ele apareceu como um fantasma ali. Agradeceu a preocupação e perguntou se acham que ele está ficando louco. Todo mundo acha mas ninguém tem coragem de falar, e como ele está louco mesmo ele foi relatando tudo pro outro detetive. Disse que era o responsável pela série de assassinatos e foi interrompido pelo amigo que disse que era impossível, já que ele havia se hospedado ali em poucas semanas. E ele disse que na verdade já frequentava o Cortez há cinco anos.

Depois de um caso de assassinato numa família, John foi beber no Hotel Cortez porque viu que uma plaquinha dizia que ali tinha o melhor Martini de L.A, mas na verdade não tinha muitos lugares abertos naquela hora. Liz ficou toda lisonjeada (e quem não ficaria, né?), preparou os drinks e o Donovan Matt Magya apareceu. Deu uma enrolada, queria pagar a bebida dele, convidou pra uma festinha e o John aceitou. Que nem a gente faz quando oferecem bebida e festinha, a gente vai. Pelo menos a bebida ficou por conta dele. Ele subiu sem imaginar que aquela era a noite mensal do ex casal, e isso irritou bastante o March. Mas passou rápido, já que ele é tão interessante que até a Condessa deu uma moralzinha. Donovan falou que ele era um policial que tinha chegado depois de um dia difícil e disse que March adorava ouvir histórias ruins.

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March ficou tão interessado que dispensou a Condessa, Donovan e Mrs. Evers e perguntou do John como havia sido a ocorrência. Se tinha morrido alguém, se o revólver havia disparado, e enquanto John contava sobre o caso, March notou a indiferença dele, como se não significasse nada viver ou morrer, e ele disse “A Morte é a única coisa que tem significado”. Tão filósofo esse homem.

March se apresentou como dono do hotel, respondeu algumas curiosidades do John, tomaram absinto e contou pra ele que teve um hóspede que fotografava a aura das pessoas. Já pensou, miga? A aura das pessoas!!! E que com o tempo ele aprendeu a enxergar a aura de cada pessoa, e que a do John era negra. Papo super místico dos dois, aura negra significava que era proteção e foco, domínio, uma coisa assim. Mas eu acho que isso era só uma desculpa do March pra convencer o John, Tanto é que o papo durou dois dias e quando ele voltou pra casa não lembrava de mais nada, mas já era o escolhido pra dar sequência nos assassinatos. Pediu ajuda da Condessa, mostrou a família do John pra ela e pediu que ela tocasse nas partes sombrias do coração dele. March pega muito pesado, amigas! Depois que ele voltou pra casa, Alex Vampirona que ainda não era vampirona, agiu como se tivesse tudo bem, atualizou sobre o que havia acontecido na ausência dele, e deu um abraço no Holden. Sentiu falta do Cortez e teve uma vida dupla.

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March mostrou a sala de troféus dele, num desses troféus tinha a cabeça do antigo contador que o roubava, e aos poucos tentava convencer o John a sair dessa vida de querer ser certinho, sabe? Até denunciar o March ele ameaçou, já pensou numa coisa dessas? Num desses papos, March contou sobre um hóspede pedófilo e John foi atrás do cara no apartamento dele e o atacou com uma estatueta, depois disso tentou se enforcar. March cortou o fio e discutiu com a Sally, falaram de um tal acordo e que o John não era dela, enfim. Muito bom saber que o John não é dela! Falou que a proteção vem com um preço, que o demônio conjurado com atos doentes precisava ser alimentado e Sally disse que faria o que ele quisesse. Tudo isso foi uma confissão do John pro detetive, que não acreditava no que ele dizia e mostrava provas contrárias, enchendo o saco dizendo que o John tava ficando louco e confuso. Como o John suspeitava de uma traição, matou o detetive. No final das contas, quem mais ficou feliz dele ter lembrado de tudo foi a Iris, que não precisava mais repetir as mesmas coisas todas as vezes que ele chegava por lá.

O próximo episódio se chama She Wants Revenge, e você pode assistir a promo clicando aqui.

 

 

  • RIDE IT MY PONY

    SALLY é a melhor ever …