Ryan Murphy revela seus episódios favoritos de “American Horror Story”

Em entrevista recente ao Entertainment Weekly, Ryan Murphy contou um pouco sobre seus episódios favoritos de cada temporada de AHS, e falando um pouco sobre o processo criativo que envolveu cada um deles. Confira a matéria na íntegra:

Era uma vez, um adolescente fantasma em uma roupa de borracha…

Nesta semana, American Horror Story exibe o seu 100º episódio, com a edição atual intitulada “AHS: 1984“. Para comemorar esse grande acontecimento, a EW pediu a Ryan Murphy, que co-criou a série com Brad Falchuk, para compartilhar seus episódios favoritos de todos os tempos.

Aqui estão eles nas, próprias palavras de Murphy:

1) MURDER HOUSE, “PILOT”

O primeiro, e sempre o número um no meu coração, por vários motivos. Primeiro, Brad e eu passamos tanto tempo nisso… Anos de negociações, anos no roteiro, até que John Landgraf (CEO do FX) e Dana Walden (co-diretora do 20th Century Fox TV) com Brad e eu, chegamos aonde queríamos. Desde a ideia áspera até o primeiro dia de filmagem, levou 4 anos. Era um risco enorme na época, criativo e financeiramente. Dana Walden me disseram várias vezes que era uma das ideias mais inovadoras da história da televisão moderna, e acho que ela está certa. Lembro-me de John me dizendo quando dei a ele o roteiro final: “Espera um pouco… Você vai queimar os cenários todos os anos e começar de novo a cada temporada?” Eu disse: “Sim”. Ele fez uma pausa e depois disse “Isso me assusta… Mas também me anima. Vamos fazê-lo.” Essa primeira temporada meio que reinventou o espaço antológico de contar histórias que eu amava quando criança e inaugurou uma maneira totalmente nova de FAZER televisão (criativa e economicamente) e estou muito orgulhoso disso.

Também tem o elenco. Minha primeira vez com Jessica, Connie e Dylan. Jessica era uma ídola quando criança, e no primeiro dia tenho certeza de que ela pensava que eu era do espaço sideral. Foi um privilégio trabalhar com ela, passei horas com ela em seu trailer montando seu visual, trejeitos e penteado. Adorávamos conversar um com o outro sobre a criação disso, e ainda fazemos isso quase dez anos depois. No final do primeiro dia, ela me disse algo como: “Isso é loucura, mas eu confio em você.” Ela beijou minha bochecha e partimos. Lembro que Brad, Connie, Jessica e eu estávamos constantemente dizendo um ao outro: “Isso é tão estranho. O que estamos fazendo aqui?” Estávamos sempre desmontando o roteiro e refazendo-o. Foi tipo um grande passeio emocionante que encontramos nas filmagens. A única pessoa que nunca vacilou foi Dylan McDermott. Sempre sorrindo, sempre tão envolvido no papel e disposto a ir a qualquer lugar. Lembro que no dia em que tive que dirigi-lo a se masturbar e a chorar, eu disse depois da primeira tomada: “Sei que isso é estranho – você está bem?” E ele sorriu e disse: “Estou bem.” Eu disse: “Como você pode estar bem? Isso é tão estranho.” Ele sorriu e disse: “Porque essa coisa vai ser um sucesso do c*****o.” E ele estava certo.

2) ASYLUM, EPISÓDIO 8, “THE NAME GAME”

Acredito que esse é o favorito dos fãs, e sei que é a temporada favorita de Sarah Paulson e da Sra. Lange. Mas não a minha (com meu pensamento de hoje, é Cult, mas a minha favorita muda a cada ano). Mas eu realmente adorei, e todo esse episódio só aconteceu porque depois de três episódios gravados Jessica me disse: “Oh Ryaaaaaan, eu não posso continuar deprimida por aqui, é tão escuro, tão difícil e tão brutal, não posso ter um número musical?” Ela disse isso em forma de piada, mas a ideia se encaixava no que tínhamos planejado perfeitamente. Eu nunca vi um ator mais feliz no set. Jessica renasceu e gravamos esse número o dia inteiro. Lembro-me de regravarmos umas 45 vezes, e Sarah, Evan e eu estávamos exaustos e continuamos rindo porque Jessica gostou TANTO daquilo. Ela nunca vacilou e, de fato, pediu para continuar. Eu disse a ela: “Senhora, tire a peruca bufante e o vestido azul – amanhã você volta ao hábito da freira.” Tivemos um baile naquele dia. Foi pura criatividade e rimos por 14 horas seguidas.

3) HOTEL, EPISÓDIO 1, “CHECKING IN”

Eu amo esse episódio por muitas razões, a maioria delas: Gaga. Eu adorava trabalhar tanto com ela naquela época e agora. Estou tão orgulhoso de onde ela foi como atriz, mas ela sempre teve exigências, desde o momento em que pisou no set. Ela é uma atriz nata. Minha sequência favorita no episódio foi o vampiro perseguindo ela e Matt Bomer, por baixo da música genial “She Wants Revenge”. A propósito, a idéia foi de Gaga. Foi como fazer um filme mudo de dez minutos, todas as cenas foram muito planejadas e coreografadas. Eu fiz inúmeras tentativas apenas para fazer o vestido vermelho de Gaga se mover para a direita. Filmamos um pedaço enorme no cemitério Hollywood Forever, e eu me lembro de Gaga, Matt e eu ficarmos imaginando entre as cenas, olhando todas as lápides bonitas e assustadoras.

E adorei o fato de termos usado Nosferatu, um dos meus filmes favoritos. Gaga e Matt eram tão destemidos sobre o sexo e todo o derramamento de sangue, eles eram profissionais sobre isso e perfeccionistas. Eu acho que gostei muito disso, porque Gaga se preocupa com tudo. Passamos horas nos looks, nos bastidores da Condessa. Ela deu uma festa na casa dela em Malibu, pouco antes de filmar esse episódio, e eu lembro de Kathy Bates e eu tendo um momento olhando uma para a outra como: “Isso realmente está acontecendo? Ela pintou o sangue da piscina de vermelho?” Gaga nunca desilude. Ela é incapaz de decepcionar.

4) APOCALYPSE, EPISÓDIO 6, “RETURN TO MURDER HOUSE”

Eu amo amo amo esse episódio, na maior parte porque eu amo amo amo Sarah Paulson demais. Nós crescemos juntos, e trabalhamos pela primeira vez em 2003 em Nip/Tuck. Isso foi tipo de uma culminação das coisas de Sarah, significou que ela poderia utilizar todos os seus dons. Eu sempre disse à ela desde as filmagens de The People Vs OJ Simpson, “Você deveria trabalhar na direção”. Porque ela sabe tanto de TUDO: os adereços, a câmera, suas falas, a falas de todos, as sublinhas. Sarah é uma máquina de preparação e profissionalismo. Finalmente, eu continuei a empurrando e ela disse, “Ok”. Esse foi um episódio muito difícil porque ela também estava atuando nesta temporada, mas seu trabalho com os atores foi lindo, e o mais impressionante para mim foram as coisas técnicas que ela fez.

A composição da filmagem, os ângulos, a construção do suspense. Foi tudo ela. Todo mundo amou ela e todos se reuniram e foi como se a família tivesse voltado novamente. Eu amei estar no set quando a Jessica fez seu retorno. Ela e Sarah tem uma profunda amizade e riem tanto. Não há nada mais divertido no mundo que um jantar com Sarah Paulson e Jessica Lange e uma garrafa de vinho tinto. Mais engraçado ainda se aparecem Emma Roberts e Billy Porter. Eu senti que Sarah realmente elevou seu trabalho, como sempre fez. Eu gosto de continuar desafiando ela porque eu honestamente acho que ela pode fazer e tudo. E ela é uma das minhas melhores amigas, e quando um de seus melhores amigos faz algo assim, você celebra. Eu lembro da primeira coisa que pensei durante a transmissão desse episódio, “Ela realmente pode fazer tudo isso.”

5) FREAK SHOW, EPISÓDIO 1, “MONSTERS AMONG US”

Eu amo esse episódio porque Jessica , Evan, Sarah e eu éramos um grupo de loucos, correndo ao redor de Nova Orleans. Estava quente demais, e nós tivemos muitos jantares ótimos para conversar sobre tudo. Foi tudo ideia da Jessica. Eu odiei fazer isso. Eram 40 graus todos os dias e eu estava coberto por picadas de mosquitos, mas foi como se tivesse saído de um sonho. Os sets, as roupas, todos os atores. Quatro momentos maravilhosos que se destacaram para mim: 1) Jessica cantando Bowie, naquele terno azul. Aquilo foi um dia. Nós jogamos toneladas de glitter, entrou nos olhos de todo mundo. Jessica amou essa cena. 2) Trabalhar com John Carrol Lynch como Twisty, um dos melhores profissionais de todos os tempos. O dia que filmamos o primeiro assassinato de Twisty foi num pântano e estava 43 graus, mas todos estavam tão animados e continuaram trabalhando porque John estava ótimo. Do momento que eu assisti Zodíaco, eu queria trabalhar com ele e ele disse sim. Que alegria. 3) Sarah com as cabeças gêmeas. Foi muito difícil, mas tecnicamente animador. Um dia Sarah ficou tão frustada porque algo que ela queria demonstrar na atuação não estava vindo, algo técnico, e ela ficou decepcionada porque queria que aquilo ficasse perfeito então nós caminhamos para conversar sobre isso e tentar consertar e eu dei uma olhada em um espelho que estava perto de nós, mostrando eu, ela e sua segunda cabeça e pensei “Ok, isso é ótimo. Esse momento em si vale a pena.” 4) Finn Wittrock. Tão profissional e sempre pronto para tudo que você arrumar pra ele. Dandy foi um dos meus personagens favoritos que já fizemos, Dandy naquela sala de brinquedos…

6) CULT, EPISÓDIO 11, “GREAT AGAIN”

Foi minha temporada favorita. E acho que Falchuk concorda. Nós dois nos apaixonamos tanto pela história, sobre a terrível vitória de Trump, das pessoas caindo sob o feitiço dos cultos de personalidade. Eu nunca esquecerei a filmagem do dia em que Paulson (como Ally) está assistindo as contagens de votos e Trump ganha e ela cai no chão em lágrimas enquanto toma vinho rose. Aquilo aconteceu comigo, então colocamos isso na série. Várias pessoas da equipe técnica estavam chorando abertamente no dia que filmamos aquilo, meses depois das eleições. Tantas pessoas ainda estavam tendo ataques de ansiedade. Outros membros da equipe técnica, que votaram no Trump obviamente, estavam simplesmente em silêncio. Eu pensei, “Bom, esse é o mundo agora… polarizado.” Esse episódio é um dos meus favoritos porque o par Paulson VS. Evan Peters foi meu favorito no quesito antagonista/protagonista que já fizemos. Eles são tão íntimos e realmente entendiam como trabalhar um com o outro, e ficar abaixo da pele um do outro como irmão e irmã, então realmente deu certo. E foi satírico para filmar, o que amei. Eu realmente amei a atuação de Evan demais, e a Sarah também. Nós ainda conversamos sobre isso. Tipo uma vez por semana conversamos sobre como ele está bem? Evan é CRIMINALMENTE subestimado nesta atuação.

Ele realmente sofreu enquanto atuava, o levou não sei… dois anos para se recuperar? Evan, eu, Emma, Sarah e Holland Taylor tivemos um dia de Ação de Graças juntos um ano logo depois das filmagens, e eu lembro que Sarah e eu ficamos alimentando Evan, tentando cuidar dele e fazê-lo se sentir melhor. Ele ainda estava sentindo aquilo, a escuridão, enquanto estávamos fazendo a primeira temporada de Pose. Isso ficou na pele dele de um jeito difícil e demorado. Eu amei ele nessa temporada. Eu e ele conversamos depois sobre isso, e nós decidimos que talvez estava na hora de fazer uma comédia. Mas nós conversamos mês passado sobre sua volta na série (AHS) em alguma temporada e espero que aconteça. Eu realmente admiro a dedicação e a disciplina que ele entregou. E o elenco esse ano foi uma leva das minhas pessoas favoritas no mundo. Billie Lourd me surpreendeu com a profundidade de sua atuação, eu sempre soube que ela era fantástica, mas essa temporada ela realmente me mostrou o quão profunda e complicada ela pode fazer sua personagem. A construção que a Billie faz em seu personagem, eu acho que ela pode controlar em qual bochecha vai cair a lágrima, ela é boa assim. AMEI Billy Eichner, e amo ele fazendo par com minha velha amiga Leslie Grossman, que é uma das minhas melhores amigas, foi sua primeira temporada também. Adina Porter foi maravilhosa, assim como Evan, ela realmente conseguiu chegar lá. Todo mundo estava pegando fogo nesta temporada, eletricamente, com tortura e combustível. Exatamente como estávamos na vida real naquele ano depois da eleição de 2016.

7) COVEN, EPISÓDIO 12, “THE MAGICAL DELIGHTS OF STEVIE NICKS”

Sinceramente, acho que Stevie Nicks salvou minha vida quando eu era adolescente porque vi nela uma saída, uma maneira de ser único no mundo e não dar a mínima para o que alguém diz ou pensa sobre mim. Apenas siga a si mesmo. E seus sonhos. Use botas de plataforma e xales ao redor, seja QUEM VOCÊ É, porque a vida é curta. Consegui isso com Stevie e suas músicas, então quando percebi que queríamos fazer uma temporada sobre bruxas, liguei e implorei para que ela participasse. Eu a conheci pela primeira vez em Glee, quando ela gentilmente me deu qualquer música que eu quisesse em seu catálogo, porque ela adorava esse programa e como ele introduzia os jovens na música. Ela foi a ÚNICA estrela que usamos, que enviou flores e presentes para o elenco e a equipe! Pura magia e bondade. Stevie não teve certeza a princípio sobre Coven e seu papel nisso. Ela queria ter certeza de que o poder feminino encurralado estava do lado CERTO do espectro. Lembro que recebemos vários telefonemas e eu continuei ligando para ela, e conversamos muito sobre sua carreira e sua vida, e fiquei muito chocado. Lembro que Grace Slick sempre chamava Stevie de “A Bruxa Branca”, o que significa que ela usava seus poderes para o bem! Stevie era uma verdadeira colaboradora e, quando ela apareceu para filmar esse episódio, ficamos todos chocados com o fato de ter acontecido.

Eu amo tanto Lily Rabe, que sua personagem Misty era obcecada por Stevie e passou por muitas dificuldades, assim como Stevie fez comigo. Todo mundo chorou no dia em que Stevie apareceu pela primeira vez, exatamente como nós queríamos, com xales em abundância e tanta gentileza. Também amei Angela Bassett e Kathy Bates nesta temporada. Começou aí minha colaboração com essas duas potências. Eles apenas apareceram, estavam prontas para ir. A memória mais indelével que tenho desta temporada aconteceu quando terminamos de filmar. “Seven Wonders” era um single negligenciado do Fleetwood Mac, mas quando criança eu gostava mais. Por isso eu usei no programa. Stevie me disse que, como o tínhamos usado, os jovens continuavam solicitando e comprando o single on-line, tornou-se uma coisa especial e lucrativa para o Fleetwood Mac. Eu fui a um show do Fleetwood Mac logo após o show terminar de ser exibido, e muitos jovens estavam lá porque Stevie estava em AHS, eles a amavam. Ela amou isso. No palco, ela começou “Seven Wonders” e, pouco antes de começar a cantar, disse: “Isto é para Ryan”. Eu chorei.

8) 1984, EPISÓDIO 5, “RED DAWN”

Eu amo esta temporada, tem sido um verdadeiro experimento e uma P*RRA para fazer. Alô, três meses de filmagens noturnas. Todo mundo perdeu a cabeça. É o elenco mais jovem que já tivemos, e uma verdadeira homenagem a quando Brad e eu estávamos crescendo nos anos 80. É proposital, estamos realmente tentando parodiar aquela época e aqueles filmes. Falchuk é o rei dos anos 80, ele é um estudioso de todos esses filmes de terror, por isso tem sido uma explosão de ação. Eu amo o poder das mulheres nesta temporada: eu amo Emma sendo a boa garota, uma mudança no meu mundo, como ela é discreta e elegante; Eu amo o quão desequilibrada e brilhante Billie Lourd está, ela continua me provando o quão talentosa ela é. Fiquei tão inspirado por sua performance que estou escrevendo uma minissérie só para ela! É muito secreto, mas será minha homenagem ao talento dela.

Leslie Grossman! Somos amigos desde Popular (1998). Leslie costumava ir à minha casa naquele primeiro ano de Popular e assistíamos aos noticiários em fitas VHS e comíamos taças de Pirates Booty, achávamos que era comida dietética! Amiga para todas as horas. Daquela época para este momento, onde ela se torna dramática, maluca, brilhante e desequilibrada e realmente atuando com seu coração e arrasando? Estou tão orgulhoso dela. A cena em que ela destrói meu favorito Gus Kenworthy em um barco é realmente uma aula de atuação de compromisso. Foi uma noite difícil e Leslie realmente entregou uma personagem tão diferente de si mesma. E Angelica Ross! Quão boa ela é? Outra atriz que pode fazer qualquer coisa, qualquer tom, qualquer movimento. Eu amo que ela seja tão magistral em Pose e AHS este ano, e pavimentando novos caminhos, me informando constantemente e me deixando mais iluminado. E, novamente, meu verdadeiro amor de ator engajado, John Carroll Lynch. Sempre que ele está em uma cena, eu fico apenas admirado. Quando eu estava criando The Normal Heart (2014), passei 90% do meu tempo conversando com Mark Ruffalo sobre a criação do Zodiac [personagem de Carroll no filme], e Mark continuou falando sobre ele: “Ele é o MELHOR”. Eu concordo.

9) ROANOKE, EPISÓDIO 6, “CHAPTER SIX”

Eu amei o formato desta temporada, como isso abalou tudo. Adorei esse episódio porque mudou a forma como contávamos a história. Começou com uma história sobre uma casa mal-assombrada e foi para uma história sobre um REALITY show ambientado nesta casa. Esta temporada foi muito polarizadora, mas eu adorei. Eu amei como os atores desempenhavam vários papéis dentro de uma história contando outra história, principalmente Kathy Bates. Esse é um de seus maiores papéis para nós, eu acho. Eu nunca fiquei tão encantado como quando Kathy fica chateada por causa do Saturn Awards e da injustiça dele. Ela foi tão brilhante nisso. Todos eles foram. Essa foi a temporada que me fez pensar: “Ok, essa série pode durar 20 anos.” Porque podemos continuar brincando com o formato, a forma. Provou-me que não era necessário que toda temporada fosse um grande espetáculo. Nós poderíamos ser crus e ásperos e verdadeiros. Isso me revigorou de alguma maneira, depois das histórias que havíamos feito. Parecia uma abordagem de cinema independente. Foi tipo: “Ok… Temporada 20? Pode vir.”

Tradução e adaptação: Natália, Fagner e Gustavo.

Por Gustavo Cavalcante em 24 de October de 2019

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